Sábado, 19 de Janeiro de 2008

Filosofia

FILOSOFIA

 

 

Ciência que estuda o conhecimento humano.

Quem somos?! De onde vimos?! Para onde vamos?! Porque existimos?!... A filosofia tenta responder a estas e muitas outras questões que o ser humano põe a si próprio. E põe a si próprio porque o seu conhecimento já concluiu que neste momento não existe qualquer ser mais inteligente que ele. Todo o conhecimento que o homem possui não lhe foi transmitido por qualquer outro ser superior, mas foi ele próprio que o foi descobrindo lentamente com a sua experiência de vida, num processo de evolução lenta e progressiva.

Os primeiros seres humanos com inteligência existiram há centenas de milhares de anos. Entre eles e nós existiu sempre uma continuidade vital pelas linhas da descendência que foi transmitindo a vida biológica pela herança genética natural, e a vida cultural e psicológica pela herança do conhecimento — naturalmente ambas correlacionadas. Sabendo que a diferença etária média entre gerações é de cerca de uma dezena de anos, concluímos que existiram milhares de gerações entre eles e nós, formando uma árvore genealógica infinita.

A experiência da vida, no contacto com a realidade, ensina-nos a reagir para sobreviver. Com inteligência podemos transmitir essa experiência aos descendentes. Um pai ensina o que sabe ao filho. Este, por sua vez, vai ensinar ao seu filho o que o pai lhe ensinou, acrescentado do que aprendeu por experiência própria. E assim sucessivamente.

O conhecimento é transmitido mais aperfeiçoado quantas mais forem as gerações directamente em conexão. Em toda a evolução humana, quanto mais recente for a geração, maior será a sua inteligência e conhecimento da vida, embora casualmente isso possa não acontecer.

As teorias do conhecimento místicas e religiosas, por surgirem antes das teorias científicas, não poderão ser mais correctas que estas. No mundo do conhecimento, independentemente das nossas ideologias e convicções, a ciência caminha na dianteira.

A verdadeira filosofia não é a filosofia dos arquétipos do passado, nem a filosofia do conhecimento pelo conhecimento — como se ensina muito nas escolas e universidades — mas a filosofia do conhecimento pela utilidade prática e de crescimento humano, tendo em conta, naturalmente, todo o conhecimento do passado, mas coadjuvado com os conhecimentos do presente, cada vez mais eloquentes.

E o verdadeiro filósofo não é o que conhece a filosofia, mas o que vive de acordo com as suas ideias... que poderão ser futuristas ou retrógradas. No entanto, o futuro é sempre próximo e o passado pode ser longínquo. E o retrocesso é antinatural.

 

 

 

 

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publicado por sl às 02:16
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