Domingo, 27 de Maio de 2007

Cérebro

CÉREBRO

 

 

O cérebro é uma pequena parte do corpo humano onde se localiza a sede do sistema organizado mais complexo do universo, e o maior desafio da ciência. O homem tem mais conhecimentos das leis que regem o universo do que como funciona o seu próprio cérebro.

O cérebro é o elemento essencial que distingue o homem dos outros animais. E pela quantidade de massa encefálica e principalmente pela complexidade do seu funcionamento, é que o homem de distanciou dos outros animais, criando um mundo novo — cultural, religioso, psicológico e tecnológico — que lhe proporcionou um enorme nível de superioridade sobre todos os outros seres vivos e sobre parte da natureza.

A qualidade de humano está precisamente na existência de um cérebro superior. A inteligência está no cérebro. O seu tamanho, peso e complexidade são características determinantes. O homem é o ser superior por ter um cérebro superior em relação aos outros animais, e logo, demais seres vivos. É por isso considerado — embora por si próprio — o único animal racional devido à diferença existente entre o seu próprio cérebro e o cérebro dos outros animais, dotados também de inteligência. Os animais irracionais também têm cérebro e a inteligência existe em cada animal conforme seja a estrutura do seu cérebro, mas, mesmo os animais irracionais mais inteligentes — cão, cavalo, golfinho — estão muito aquém da inteligência racional humana, e por essa razão, quando se fala em cérebro tem-se presente apenas o cérebro humano. O órgão que torna o homem um ser por excelência em toda a natureza.

O cérebro humano é um órgão do corpo humano como todos os outros, mas com uma função especial: raciocinar ou pensar. O homem pensa porque tem cérebro e o cérebro existe no homem para pensar, pois o homem sem cérebro não é homem, e o cérebro sem homem (corpo) não pensa.

Só se pode entender o cérebro tendo em conta todo o sistema nervoso que se estende desde as vísceras em milhões de terminais, passando pela complexa rede nervosa de ligação à espinal-medula, que juntamente com o sistema periférico, somático e autónomo, está por sua vez ligada ao sistema nervoso central, através do bolbo raquidiano que se une ao encéfalo, onde se encontram os hemisférios cerebrais e as zonas corticais do córtex cerebral, incluindo o cerebelo, o mesencéfalo constituído pelo tálamo e pelo hipotálamo, o miencéfalo e até os sistemas límbico e reticular, e finalmente no telencéfalo, o cérebro, propriamente dito, ou a massa cinzenta com as circunvoluções, os sulcos, e os diversos lobos e áreas determinadas para — pensa-se — determinados fins. Isto em síntese.

O cérebro é o conjunto de muitos milhões de células nervosas — neurónios — insensíveis à dor, protegidos pela caixa craniana, com ramificações — axónios — que as interligam eléctrica e quimicamente — sinapses — por estímulos provocados pelos diversos neurotransmissores (tirosina, dopamina, adrenalina...).

Por serem extremamente sensíveis e extremamente complexas, as células reagem ao menor estímulo recebido, quer de todo o sistema nervoso e do próprio corpo, quer de outras células pares, formando quantidades inimagináveis de cadeias energéticas. Não é possível à ciência actual fazer cálculos exactos respeitantes à actividade cerebral. Estimativas referem para um cérebro humano o peso de 1350 gramas, 14 biliões de neurónios, cada neurónio podendo ter de cem a mil impulsos por segundo, causando de seis a sessenta mil sinapses em simultâneo, podendo existir em cada 2,5 cm cúbicos de massa cerebral 600 milhões de sinapses.

Esta energia, eléctrica, gerada por processos bioquímicos dos neurónios, com todos estes movimentos e paragens, faz com que cada neurónio transmita para outros o que deve transmitir e reter o que deve ser retido. O conjunto dos movimentos e paragens, em locais da rede cerebral, determinados naturalmente, faz cada parte do cérebro e o seu todo, funcionar para os fins para que existe.

E o cérebro existe para permitir ao homem um elevado potencial de captação, registo, transformação, criação e emissão de informação que o caracteriza como animal superior. O cérebro é o suporte físico — pelos neurónios que guardam a informação e pela actividade eléctrica permanente entre eles — de todas as propriedades que caracterizam ou definem o ser humano, tais como: inteligência, sabedoria, conhecimento, memória, mentalidade, personalidade, identidade, imaginação, pensamento, consciência, linguagem, cultura, religião, etc.  Pois todas estas propriedades só existem no homem porque este possui um cérebro.

O cérebro funciona com energia eléctrica autoproduzida pelas diferentes cargas entre os terminais neuronais. A energia é permanentemente alterada conforme a quantidade e características dos estímulos recebidos do exterior, a sua manipulação interna, e a necessidade de criação e exteriorização. Para o cérebro funcionar perfeitamente precisa de duas condições essenciais: que seja naturalmente saudável num corpo saudável com boa irrigação de sangue carregado de oxigénio, e que a sua estruturação mental seja bem organizada pelo indivíduo, ou seja, que tenha equilíbrio quer biológica quer psicologicamente. O excesso ou falta de sangue provoca danos neurológicos e o excesso ou falta de informação provoca danos psicológicos.

Todo o funcionamento do cérebro, e do homem como ser único de actividade cerebral racional consiste na memorização de dados de informação e na sua transformação condicionada pelos dados anteriormente memorizados, para posterior utilização. Assim, pondo de parte as deficiências neurológicas e anatómicas, o cérebro começa por registar dados, cada neurónio ou conjunto de neurónios grava uma unidade de informação. Aos poucos o cérebro começa a criar ideias. Os neurónios “trabalham” as unidades de informação até estarem organizadas ou estruturadas. Esta sucessão enorme de “gravação” de unidades de informação (trinta por segundo aproximadamente), após devidamente “trabalhada” forma tudo o que o homem tem de psicológico — ideias, conhecimentos, planos, pensamentos, mentalidade... A informação recebida posteriormente é organizada tendo em conta a informação recebida anteriormente, de uma forma cumulativa e integrante, ou seja, os neurónios distribuem a nova informação conforme o que já está memorizado.

Todo o envolvimento psicológico humano está retido na memória. A memorização é a principal função do cérebro, pois todas as outras estão dependentes dela. Mas a memorização pode ser consciente ou inconsciente, e a transformação ou manipulação de dados na memória e a sua exteriorização também pode ser consciente ou inconsciente. Teorias dizem que só usamos conscientemente cinco por cento do cérebro. No entanto, consciente ou inconscientemente, todo o nosso cérebro se compõe de um emaranhado de conexões eléctro-bioquímicas em que cada neurónio condiciona o encaminhamento da informação pelos meandros da memória.

O cérebro é o órgão mais atractivo para o mundo médico- científico actual, e do qual se sabe menos. Neurologicamente todos os dias se fazem novas descobertas, com cada vez mais evoluída tecnologia. Certamente essas descobertas neurológicas contribuirão para um melhor conhecimento psicológico do cérebro.

Por enquanto, o cérebro continua a ser um grande enigma para o homem.

 

 

 

 


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Sábado, 19 de Maio de 2007

Cepticismo

CEPTICISMO

 

 

Existem duas formas de uma pessoa considerar que uma coisa é verdade ou é mentira: ou a analisa para confirmar a sua veracidade ou não veracidade, ou simplesmente a aceita ou nega sem qualquer análise prévia.

Tudo na vida pode ser verdade e pode ser mentira. É verdade quando alguém afirma convictamente que é verdade e é mentira quando alguém afirma convictamente que é mentira. A diferença existe entre o que é realmente verdade ou mentira, e o que é verdade ou mentira por convicção. A realidade é tudo o que existe independentemente do nosso conhecimento ou consentimento. A convicção é tudo o que nós consideramos que existe sem necessidade de provas.

Se todos nós fossemos inteligentes de forma a conhecermos tudo de todo o mundo que nos rodeia, e só considerássemos verdade ou mentira, tudo e qualquer coisa, após experiência comprovada ou inequívoca, o mundo seria totalmente diferente. Seria um mundo exclusivamente racional e científico. Um mundo extraordinariamente humano.

Mas esse mundo não passa de uma utopia, e por várias razoes. Ainda existem muitas coisas que não são conhecidas ou que não se explicam cientificamente, pois nem os maiores cientistas conseguem explicar ou desvendar, por não serem avaliáveis por falta de conhecimentos ou de consenso, negando-as simplesmente. E também porque não só os cientistas são donos da verdade. Nem os cientistas nem a ciência actual.

Por outro lado, todos nós antes de sermos racionais e inteligentes, somos irracionais e estúpidos — primeiro temos medo do escuro e só depois é que entendemos que não passa de falta de luz. A racionalidade e a inteligência são fruto da aprendizagem.

E por fim, a civilização actual, como todas as civilizações, está alicerçada em valores de grande rigidez, e que apesar de não serem racionais, são racionalizados, ou seja, consideramos que não devia ser assim, mas já que é, tentamos compreender, aceitar, fomentar, e até viver esses valores, porque muitos são agradáveis, como a paixão que é irracional, mas é a mais cantada.

Existe mais uma razão: o homem é ainda demasiado agarrado aos valores materiais porque são esses que dão poder. E o homem vive numa busca contínua de poder — sobre os outros. Mas note-se que do poder obtido pela posse de terras e uso de exércitos para as manter, evoluiu-se para a posse de dinheiro e uso de negociações. Caminhamos no sentido do “material” para o “simbólico ou espiritual”.

A história humana ensina-nos que evolução partiu da irracionalidade para cada vez maior racionalidade. Mas a realidade pura é bem mais irracional. É dessa realidade, dessa confusão de valores, que opõe a razão ao mito, que opõe o sagrado ao profano, que opõe o moral ao legal, que opõe o possível ao fictício, é dela que nasce a nossa verdade e a nossa mentira. E para que os nossos valores não sejam falsos, como os castelos de areia que se desfazem na onda mais forte, deveríamos questionar tudo o que nos ensinaram e reconsiderar só o que a nossa experiência nos provar ser verdade, com a maior inteligência possível.

E tudo o que aprendemos, deveríamos aprender até à compreensão total, sem restarem dúvidas para classificarmos como verdade ou como mentira. De tudo deveríamos ser cépticos. Não confirmar nem desmentir até termos provas reais. E compreender que a nossa verdade pode não ser a verdade dos outros.

Ninguém deveria acreditar no que está escrito neste texto como em todos os textos, pelo simples facto de estar escrito, mas porque a sua experiência pessoal e consciente o confirma ou não. E com a maior inteligência possível, porque — um estúpido não sabe que é estúpido porque não é inteligente, mas um inteligente sabe que é inteligente, e se quiser, sabe ser estúpido da forma mais inteligente.

 

 

 


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Sábado, 12 de Maio de 2007

Casamento

CASAMENTO

 

 

A nossa natureza animal impregnou-nos de uma necessidade biológica e orgânica, semelhante a todos os outros animais, cuja satisfação nos dá o maior prazer, e da forma mais normal e natural, visa a transmissão da vida e a sobrevivência da espécie.

O acto sexual, só normal e natural quando praticado entre um macho e uma fêmea, tendo em conta que o papel principal dos órgãos sexuais é a reprodução, e esta só é possível naturalmente entre um macho e uma fêmea, é o principal objectivo na vida de qualquer ser vivo, sendo ultrapassado apenas pelas necessidades vitais. É tão indispensável a copulação para a vida da espécie como a alimentação para a vida individual.

O ser humano, devido à sua superioridade, compreende uma sexualidade mais vasta, por não possuir ciclos sexuais estabelecidos naturalmente tão restritos como os outros animais, e por devido à sua capacidade mental conseguir condicionar essa sexualidade.

E assim criou regras para os comportamentos sexuais. Definiu como, quando, onde, com quem, porquê e com que frequência se deve copular. Cada sociedade, civilização, ou cultura, definiu as suas regras sexuais conforme os ideais, tradições, interesses, crenças, objectivos e conhecimentos próprios. Por exemplo, na civilização ocidental, de tradições judaico-cristãs, a copulação só devia existir entre um homem e uma mulher, casados para toda a vida, com o objectivo de terem filhos.

O casamento é então a palavra-chave que regula toda a actividade sexual de uma sociedade. Qualquer acto sexual está explícita ou implicitamente relacionado com o casamento, podendo ser aconselhável ou permitido e condenável ou proibido.

O vínculo do estabelecimento do casamento na sociedade foi de tal força — todos queriam casar porque todos queriam parceiros sexuais, porque só entre casados era permitido o acto sexual — que o próprio casamento acabou por ser a base de toda a organização social, nomeadamente para a criação de leis económicas, fiscais e criminais.

O casamento como regulador da actividade sexual só funciona em sociedades de repressão, pois limita o ser humano naquilo que ele tem de mais expansivo a nível comportamental. E assim, apesar do casamento, a actividade sexual sempre existiu fora dele, como prostituição, adultério, incesto, pedofilia, etc. Toda a história está documentada com casamentos incestuosos, filhos bastardos, mulheres adúlteras, sem esquecer, a conhecida, mais velha profissão do mundo.

O casamento apenas legaliza a sexualidade, e dependendo do regime social em que existe, pode permitir desde a poligamia até à homossexualidade.

A versão religiosa do casamento apenas existe porque todo o poder civil partiu do poder religioso e de todos os antigos regimes teocráticos nasceram os actuais regimes liberais e democráticos, como do antigo casamento religioso nasceu o actual casamento civil.

O casamento é um contrato mútuo em que os esposos se comprometem, voluntária ou involuntariamente, a cumprir várias cláusulas oficialmente legalizadas, prévia e socialmente estabelecidas, tais como perfilhação, distribuição de bens e heranças, coabitação, respeito, companhia e fidelidade. Os valores materiais são objectivos e facilmente se repõem na normalidade em casos de ilegalidade ou litígio, mas os valores morais e sentimentais são muito subjectivos e motivo de muito conflito, principalmente quanto à actividade sexual, porque, se o ser humano casa porque deseja sexo, continua a desejar sexo apesar de casado, porque já o desejava antes de casar, isto para além das diferenças individuais e de género.

No casamento apenas está em jogo o desejo sexual e a sua contenção ou satisfação, que depende da mentalidade de cada um, que por sua vez depende da realidade social. O restante — filhos, habitação, família — são consequências.

E muito mais importante que o amor, é o respeito e a compreensão.

 

 


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Terça-feira, 8 de Maio de 2007

Bem

BEM

 

 

Bem é tudo o que nos é benéfico. Tudo o que contribui para a nossa felicidade e para a realização da nossa vida.

Tudo o que desejamos, que necessitamos e que possuímos, se é do nosso agrado, é bem para nós.

O bem, ou um bem, pode existir das mais variadas formas, ou por outras palavras, podem existir vários tipos de bens. Os bens essenciais à vida são, sobretudo, de ordem natural. A luz do sol, o ar que respiramos, a água que bebemos, e todos os alimentos — ainda que transformados — são exemplos de bens naturais sem os quais a vida era impossível. Além dos bens essenciais à vida, existem outros tipos de bens naturais extremamente importantes para a vida humana, que ao longo dos tempos foram sendo cada vez mais explorados pelo homem, de forma a permitir que este se tornasse civilizado e poderoso perante os demais seres vivos. O homem civilizado é aquele cujo comportamento é lógico e ordenado, sem obedecer cegamente às leis da natureza.

Este comportamento civilizado requer uma nova quantidade de bens de diversas origens, mas com a característica comum de terem sido criados pelo próprio homem. São eles, os bens materiais artificiais — tudo o que facilita a vida moderna, como máquinas e equipamentos; os bens sociais — tudo o que possibilita a vida em sociedade, como a organização civilizada de um povo, a assistência social, o planeamento familiar, o apoio aos desfavorecidos, etc.; os bens culturais — tudo o que enriquece a sociedade em diversos planos, como o artístico (teatro, cinema, música...), desportivo (campeonatos e competições), recreativo (diversões e passatempos), religioso, político, educativo e etc.; os bens espirituais — tudo o que eleva o homem pela sua sensibilidade interior, como a criatividade, a dedicação e a satisfação, que são bens espirituais que existem inter-relacionados com os bens psicológicos — tudo o que caracteriza o homem como ser pensante (conhecimento, educação, justiça, liberdade, dignidade...) e como ser emocionável (paixão, amor, amizade, ansiedade, saudade...).

Esta classificação de bens não pode ser lida de uma forma taxativa, até porque todos compreendem uma enorme subjectividade. Repare-se que exceptuando os bens naturais essenciais à vida, todos os outros são produto da criatividade humana e obedecem a escalas de valores que diferem conforme o desenvolvimento e entre grupos, classes, etnias, civilizações e padrões culturais.

Um bem pode ter relativa e simultaneamente diversos valores. Pode ter extrema importância individualmente e nenhuma colectivamente. Pode ser de forte valor espiritual para uns e de forte valor material para outros. Pode ser real para uns e imaginário para outros — um bem que não possuímos não deixa de ser um bem. E pode ainda ser, alimentar, ambiental, supérfluo, de primeira necessidade... Pode existir eternamente ou num momento exacto. Pode ser claramente definido ou apenas abstractamente idealizado. Tudo depende da implicação que tem em quem o classifica, tendo em conta o contexto em que se situa.

O dinheiro começou por ser um bem para facilitar a troca de outros bens, apenas materiais, e aos poucos vai sendo usado na troca de quase todos os outros tipos de bens.

Alguns bens foram originados não pela vontade humana, mas pela necessidade que os humanos tinham em usufruir de uns segundos bens que implicavam a existência dos primeiros. Um medicamento não se toma por prazer, mas para conseguir saúde. Porque só com saúde se consegue trabalhar. Uma boa parte das pessoas trabalham não gostando do que fazem, mas porque só trabalhando alcançam outros bens.

O bem tanto pode ser o produto final como o meio que contribui para ele. Tudo depende de quem o classifica. O bem só é bem se quem o classifica assim o considera conforme as suas necessidades, conceptualizações e ideologias mentalizadas. Cada um é que sabe qual o valor que cada coisa tem para si, isto é, quanto o beneficia.

A existência do bem só é possível a par da existência do mal. Se uma coisa não é nula nesta escala de valores, ou nos beneficia ou nos prejudica. O bem de uns, muitas vezes, só e possível com o mal dos outros. O bem e o mal confundem-se porque são dois opostos que se complementam. Um bem anterior pode ser a origem de um mal posterior e vice-versa.

O bem e o mal são as duas faces de uma moeda em constante movimento. Só uma face nos torna felizes. Mas a vida compõe-se das duas.

 

 


publicado por sl às 16:25
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